Árvore genealógica · pesquisa de setembro de 2026
Família Rieper
Pelo pai, os Rieper de Gettorf, no norte da Alemanha, que chegaram a Joinville em 1863. Pela mãe, os Kretikoski, ucranianos da Galícia, e famílias que ajudaram a fundar Curitiba, com uma linha que volta a 1524. Toque em qualquer nome para ver quem é, de onde veio e como se liga a você.
- gerações na linha Rieper
- gerações na linha materna
- registro mais antigo
- pessoas nesta árvore
De pai para filho
Linha direta, de Michael a Gabriel
Cada geração com o casal, o lugar e o que os registros dizem. Toque num nome para abrir a ficha completa, com pais, irmãos, filhos e fontes.
Nascidos na Europa, enterrados no Brasil
Os imigrantes da sua linha
Todos os seus antepassados diretos que, segundo os registros, nasceram na Europa e morreram no Brasil. Os Rieper são só um dos sobrenomes: pelas bisavós e trisavós, a família também vem do Harz, da Saxônia, de Württemberg e da Pomerânia. Do lado materno, o bisavô Paulo Kretikowski nasceu na Galícia, então austríaca, e veio criança com os pais em 1896; a aldeia ainda não apareceu nos registros.
Colonizadores dos séculos XVI e XVII
Pela linha materna, a árvore chega aos portugueses e espanhóis que se fixaram em São Paulo nos anos 1500 e 1600 e cujos descendentes povoaram Curitiba. Esta parte vem de árvores colaborativas baseadas nas genealogias clássicas paulistas: vale como pista, não como prova.
Todos os descendentes encontrados
Árvore completa
Parte de Michael Rieper e desce por todos os ramos que os registros públicos mostram. A linha direta já vem aberta; os outros ramos abrem com a seta. A busca encontra qualquer nome e abre o caminho até ele.
Pitanga e os Campos Gerais
Lado materno
Os nomes dos pais e avós da Helena vieram da família. A partir deles, os registros civis do Paraná mostraram a família Kretikoski de Pitanga, e a sua mãe confirmou o elo: a avó Maria da Conceição era filha de Paulo e Maria Buena. Pelo lado de Miguel ainda faltam nomes.
Linha materna
A linha documentada mais longa do lado da sua mãe passa pela bisavó Maria Buena de Andrade e chega à Curitiba colonial e a Portugal. Até 1800 os registros são sólidos; a parte mais antiga vem de árvores colaborativas baseadas nas genealogias clássicas de São Paulo e do Paraná, e vale como pista forte, não como prova.
Família Kretikoski de Pitanga
Registros civis do Paraná com a mesma família escrita de oito jeitos, a partir de André Crechicoski e Maria Zuzana. O caminho até você já vem aberto; os primos da sua mãe abrem com a seta.
O que perguntar à sua mãe
- Onde nasceu Joaquim Cirino da Luz e quem eram os pais dele. Os da Davina já apareceram no óbito dela.
- A certidão de casamento de Miguel e Maria da Conceição, para confirmar a data (provavelmente 1953) e ver os pais e as cidades de nascimento dos dois.
- Se alguém da família lembra o nome da aldeia de onde vieram André e Maria em 1896, ou guardou algum documento do Paulo: carteira de estrangeiro, passaporte ou papel de naturalização.
Para conferir com um especialista
Pistas de cidadania
O que a árvore permite dizer hoje. Não é parecer jurídico: serve para saber qual documento procurar primeiro.
Documento de 2006, atualizado em 2021
O que mudou em relação ao documento da família
O documento do seu pai acertou o essencial: os nomes, a chegada em 1863 e a linha de Ernst até hoje. Os registros de igreja e de imigração corrigem algumas datas e trocam a geração mais antiga.
De onde veio cada informação
Fontes
Os dados do FamilySearch vêm de uma árvore colaborativa, montada por outros pesquisadores a partir dos livros da igreja de Gettorf e do registro civil de Santa Catarina. São bons pontos de partida, mas confira a fonte original antes de tratar um dado como certo. Pessoas vivas aparecem só com o ano de nascimento.